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domingo, 16 de outubro de 2011

Mulheres apaixonadas

Mel, por favor, não faça dramas! Já conversamos sobre isso. Eu não quero que você venha morar comigo e meus filhos. Namoramos há um ano. Estamos nos conhecendo, amor!
      Ela dramatizava:
- Mas então posso concluir que você não me ama?
     Eu já estava perdendo a paciência. Eu fico doida quando torcem minhas palavras. Suspirei... Respondi:
     Melissa chorava... Tentava me sensibilizar para entrar na dela:
- Melissa... Eu não disse isso! Entenda-me. Eu não quero ficar brincando de casinha. Eu me separei há dois anos. Eu te amo, mas morarmos juntas ainda não é hora. Fui clara?
- Qual o mal em morarmos juntas? Eu te amo... Você me ama!
     Eu, pacientemente, expliquei:
     Melissa, enfurecida:
- Nossa... Magoei!
- Não existe mal nenhum. Eu tenho direito à escolha. Não quero você morando aqui. Algumas vezes, durante o mês, dormiremos juntas. Natural. Agora, trazer suas coisas para cá, definitivamente NÃO! Quer você goste ou não. Não vamos colocar a carroça na frente dos cavalos!
Eu respondi: 
- Dramática!
      Melissa continuou fazendo manhas. Mas eu não cedi. Logo, Roberto, meu ex marido, trouxe-me nossos filhos que haviam ido passar o dia com a mamãe dele. Eles adoram a Mel. Perguntaram-me por que ela chorava. Disse-lhes que estava com cólicas. Fiquei com um aperto no coração... Eles ficaram consolando-a! Uma hora depois, por volta da meia noite, Melissa entrou no seu carro e foi-se embora. Estava brava e ainda chorava... Nem liguei. (risos)
Isto aconteceu há um ano e meio. Desculpe-me, nem me apresentei. Meu nome é Samanta. Tenho 27 anos, pele branca, 1,66m, 71,0kg, seios médios, bumbum grande, pernas grossas, olhos castanhos escuros, cabelos loiros, lisos e compridos. Claro, gordurinhas aqui e ali. E que mulher não as tem? (que ódio – risos) Sou separada há três anos. Tenho filhos. Um menino, Vitor, de nove anos e duas meninas. Ana Carolina e Bruna, com sete e cinco anos de idade respectivamente. Modéstia à parte, eles são lindos... Puxaram a mamãe! (risos) Eles são a minha fortuna!
     A minha namorada é a Melissa, também chamada de Mel. Doce só no nome... Tem hora que parece um purgante! Teimosa e manhosa... Vontade de lhe dar chineladas! (risos) Ela tem 25 anos, pele branca, 1,57m, 55,0Kg, seios grandes, bumbum durinho, pernas grossas, olhos verdes, cabelos loiros, ondulados e compridos. Claro, gordurinhas aqui e ali, ela também as tem. Sou fascinada pelos traços do seu rosto... Lindos! Solteira e sem filhos. Estamos namorando há dois anos e meio.
     Eu me casei, grávida, aos dezoito. Roberto, na época, tinha vinte e cinco anos. Amávamo-nos. Existia química entre nós. Tanto na vida quanto na cama. Era linda a nossa relação! Éramos considerados um casal exemplo por todos na igreja que congregamos. Pois é... Enjoamos! Tanto eu quanto ele, após seis anos de união. Resolvemos, amigavelmente, nos separarmos. Quando as pessoas souberam, surpreenderam-se. Mamãe e papai, de ambas as partes, levaram um choque. Só não foi maior do que quando eu lhes apresentei Melissa! (risos)
Um ano depois de me separar, conheci a mulher da minha vida. Quem me apresentou foi minha irmã, Penélope. Era um sábado, à tarde, do mês de janeiro de 2009, por volta das 17h. Eu passeava pelo shopping junto dos meus filhos, mamãe e Penélope. Víamos vitrines e, minha irmã, acabou encontrando amigas da faculdade. Melissa estava entre elas. Linda... Olhar penetrante... Conquistou-me! Se existe amor à primeira vista, foi isto que nos aconteceu. Ficamos conversando e resolvemos ir para a praça de alimentação. Tomamos lanche. Trocas de olhares foram constantes entre eu e Melissa durante aquele final de tarde de verão. Mamãe, como sempre, percebeu as minhas intenções! (risos) Trocamos telefones na hora de nos despedirmos. Três dias depois, combinamos de sair. Fomos para um barzinho aconchegante. Ficamos juntas... Não mais nos desgrudamos!
     Tanto para mim quanto para ela, é a primeira relação com mulher. Estamos descobrindo o que é estar com uma pessoa do mesmo sexo. No começo, ocorreram conflitos em nossos pensamentos. Assustamo-nos com o que sentíamos uma pela outra! Conversamos bastante. Abertamente. Ajudamo-nos. Decidimos ficar juntas e viver nosso amor. Foi uma transformação em nossas vidas íntimas. Procurávamos estar juntas de uma maneira velada. As pessoas nos apontavam nas ruas... Na igreja. Especulavam sobre o que fazíamos juntas. Cansamos. Assumimos nossa relação amorosa. A partir deste momento, tudo mudou! As pessoas começaram a nos respeitar... Nem todas, infelizmente!
     Eu e Melissa andamos de mãos dadas... Abraçadas. Nem sempre nos beijamos na boca no meio da multidão. Existem pessoas puritanas hipócritas que nos apontam. Melhor evitá-las. Não precisamos explicitar, a todo instante, nossos sentimentos. Fazemos como a água, ou seja, contornamos os obstáculos. Uma parte, desta mesma multidão, excita-se ao ver duas meninas lindas se beijando. Seus olhinhos brilham... É fantástica a energia de desejo que nos chegam! Abafa o caso – risos.
     Quero aproveitar este meu depoimento e agradecer a todas as pessoas que dizem NÃO ao preconceito contra homossexuais. Não somos aberrações da natureza! Longe disso. As famílias estão transformando-se, como tudo na natureza! Claro... A maioria absoluta das famílias continuará sendo compostas por heterossexuais. Isto não há duvidas! Apenas quero lembrar que não podemos deixar de considerar as novas famílias que estão chegando ao mercado. (risos) Compostas, estas, por dois homens ou duas mulheres ou, até mesmo, grupos de homens e mulheres. Novas tendências!
     Um agradecimento, especial, a minha família bem como a de Melissa que sempre deixou-nos decidir sobre questões relacionadas à nossa sexualidade. Estamos juntas por amor. Não é moda, nem opção, nem por que é bonitinho ser lésbica. Se eu e ela somos consideradas bissexuais, tudo bem! O rótulo é o que menos tem importância. O que realmente nos importa é vivermos nosso maravilhoso e sensual amor.
     Para finalizar, irei contar um, dos tantos, momentos íntimos que tenho com a minha princesa. Semana passada, fizemos dois anos e meio de namoro. Falei com mamãe e levei meus filhos, no sábado, para ficar com ela e os peguei no domingo, à noite. Eu e Melissa tivemos um inesquecível final de semana.
     Melissa vestia meias, pretas, sete oitavos. Calcinha de renda e tamancos na mesma cor. Cabelos presos formavam rabo de cavalo. Sombra preta nas pálpebras dos olhos esverdeados. Batom líquido vermelho nos lábios carnudos. Sem sutiã. Creme hidratante e cheiroso por todo o corpo de pele macia. Perfume amadeirado. Unhas vermelhas e aparadas. Rostinho angelical... Meigo e terno... Desmanchava-se em desejos!
     Eu, Samanta, vestia camiseta e caleçon (estilo de calcinha com bordas maiores e mais largas) brancas, sem costuras nas cavas e cintura, com fundilho de algodão. Pés macios e calçados sobre tamancos brancos. Cabelos soltos. Cheirosos. Sombra iluminadora branca nas pálpebras dos olhos castanhos. Batom líquido rosa nos lábios macios. Hidratante leitoso sobre minha pele aveludada. Perfume adocicado. Unhas francesinhas aparadas.
     Abraçamo-nos ao lado da minha cama Box de casal. Colcha rosa, com detalhes em preto, bordada em algodão 150 fios. Cabeceira de grades. Mulheres apaixonadas. Ávidas de prazer. Beijamo-nos ao som de nossas músicas prediletas. Murmurei-a ao pé do ouvido:
- Amor... Você está linda... Cheirosa! Eu nunca te vi tão exuberante. Tudo isto é meu?
     Melissa sorriu-me, ternamente. Seu coração estava acelerado. Corpo quente. Rosto avermelhado. Disse-me:
- Delícia... Eu sou toda sua! Quando estava me vestindo, fiquei tentando imaginar sua reação. Amei que você tenha gostado!
     Eu, completamente excitada, sussurrei-a:
- Amor... Sabia que eu te amo!? Não se zangue comigo por eu não querer ainda que moremos juntas. Eu não quero lhe perder. Amo estar me relacionando contigo! Você...
     Melissa, sensualmente, interrompeu-me colocando a ponta de seus dedos na minha boca. Aproximou seu rostinho liso e macio. Roçou-me a face. Sussurrou-me, entre selinhos molhados:
- Xiuuu... Não fale nada... Vamos celebrar este momento! Eu também te amo!
     Fechamos nossos olhos e tocamo-nos pelas pontas de nossos narizes. Beijamo-nos de língua. Apertamo-nos. Esfregamo-nos. Escutamo-nos as respirações aceleradas. Sentíamos o calor dos nossos corpos. Melissa disse-me:
- Delícia... Contigo eu sinto coisas que nunca imaginei que pudesse sentir.
     Eu sorri, meigamente. Entre carinhos nos cantos dos seus olhos encharcados, disse-a:
- Amor... Que delícia você estar se conhecendo. Nosso amor é troca. Eu também sinto coisas contigo que me deixam nas nuvens. Você me dá a oportunidade de eu me realizar como fêmea.
     Melissa acarinhou-me a face. Deitamos na cama, à luz de abajures. Beijamo-nos. Cheiramo-nos... A pele... Os cabelos! Respiração acelerada. Beijei-a de língua. Chupei-a. Mordia-a nos lábios carnudos e macios. Lambi-a no pescoço, orelhas e apertava-a nas costas. Fiquei sobre seu corpo e comecei a me esfregar. Excitá-la ainda mais. Eu adoro cheirá-la no meio das pernas. Foi isso que fiz. Deslizei-me sobre ela. Tirei a calcinha rendada. Esfreguei meu nariz na fenda úmida... Ânus suado! Uau... Embriagada, fiquei. Cheirosa... Leve cheirinho de xixi na vagina e cheirinho de cu sem lavar na porta de seu buraquinho rachadinho! Cheiros que me alucinam a cabeça. Fico doooida!
     Aproveitando que ali estava, afundei-me os lábios da boca na fenda úmida. Marcou-a de batom rosa. Puxei-a pelos grandes lábios inchados, levando à loucura. Acarinhei-a, com a ponta da língua, no clitóris endurecido. Melissa vibrou... Suas contrações aumentavam dentro da vagina. Ela gemia e contorcia-se, deitada de pernas abertas, sobre a cama macia. Eu segurava-a nas coxas grossas, envoltas pelas belas meias, e fartava-me no meio de suas pernas. Enfiava-lhe a língua o máximo que conseguia. Não demorou... Melissa liberou seu líquido quente nos meus lábios molhados! Delicioso. Os gemidos dela excitavam-me por demais. Gata manhosa. Pele arrepiada... Os pêlos descoloridos dos braços denunciam-na.
     Aconcheguei-a, no quadril, sobre meu travesseiro. Segurei-a pelas poupas macias do bumbum durinho. Abri, carinhosamente, e a lambi do ânus à vagina rosada. Que sabores e aromas deliciosos exalavam! Dedilhei-a, com meu dedo polegar, no clitóris enquanto lambia-lhe o cuzinho. As contrações, nas suas entranhas, estavam a todo vapor. Gemia. Seu quadril tremia e ela desmanchava-se na minha boca sedenta. Melissa segurava em seus seios... Acarinhava-se nos mamilos duros. Mordia-se, de olhos cerrados, no lábio inferior da boca.
     Beijei-a da vagina ao pescoço liso. Esfreguei-me sobre ela. Sentia suas meias em contato com minha pele arrepiada. Uau! Nossos seios pressionando-se sobre camisete. Nossos clitóris roçando-se sobre caleçon úmida. Línguas grudadas. Lábios esfregando-se sem parar. Suas unhas cravaram em minhas costas. Ai. Ai. Ai. Ardia-me... Doía-me... Marcas deixaram-me! Melissa tirou-me os seios da camisete branca. Abocanhou-os. Apalpava-os com suas mãos macias. Dedos finos e pontiagudos. Passava-me a língua nas auréolas... Nos mamilos! Encharcada, fiquei. Bão demais, meu Deus! Sugava-me nos bicos duros. Deslizou-se sob meu corpo e aconchegou-se entre minhas pernas. Tirou-me a caleçon branca. (acho tão sexy ela tirar minha calcinha, fico excitada!) Abaixei meu quadril como uma cadelinha quando quer fazer xixi. Tinha a sensação de estar roçando-me sobre uma poça de água. Meus seios balançavam. Aquela língua carnuda e macia invadindo-me a boceta. Sugava-me no grelo. Lambeu-me no cu. Logo, fez-me gozar. Eu gemia. Suava. Meu quadril tremia frente contrações em minhas entranhas. Melissa deixou-me rastros de salivas da vagina ao pescoço.
      Beijamo-nos ardentemente! Meu sabor e aroma impressos na boca dela. (adoro) Abraçamo-nos e rolamos na cama. Fiquei sobre ela. Meia nove. Deixei meu quadril empinado sobre seu rosto. Sentia suas mãos abrindo-me na bunda e sua língua penetrando-me nos orifícios... Boceta... Cu... Que língua sapeca! Entrava-me na xana e sugava-me as paredes gozadas. Seus dedos, indicador e médio, revezavam-se na minha vagina. Meus seios espalhados sobre sua barriga. Gemia gozando. Abri suas pernas grossas e apoiei-me sobre suas coxas pretas. Joguei meus cabelos para o lado. Apertei-a na pele que recobre o clitóris. Revelei-o. Duro estava. Balancei-o, com a ponta da língua, para lá e para cá. Abocanhei-o. Melissa gemia... Tentava fechar as pernas! Segurei-a... Ela deixou seu líquido quente escorrer. Lambi. Que gostoso saboreá-lo! Beijava-a de língua na boceta. Doce perfume exalava. Ela me fazia o mesmo. Sentia-me revirada por seus dedos finos. Revirava-a com os meus. Estávamos quentes... Meladas... Suadas!
      Segurei-a nas coxas e as afastei. Suas pernas, dobradas e levantadas, possibilitaram-me saboreá-la no cuzinho suado. Maravilhoso cheirinho de cu sem lavar. Rachadinho. Lubrifiquei-o. Depois, meus dedos. Enfiei o médio... Melissa gemeu! Linda. Lambia-lhe a boceta e mexia dentro de seu buraquinho apertado. Não demorou... Ela lubrificou-me no ânus. Depois, seus dedos. Fez-me o mesmo. Que dedo gostoso no meu cu! Que boca molhada na minha boceta! Nossos líquidos escorreram. Maravilhosa Melissa!
     Estávamos quentes. Peguei meu pênis duplo (tamanho 32 x 3 centímetros) Deitei-me ao lado dela. Beijávamo-nos. Acariciávamo-nos. Melissa, confortavelmente, deitada com sua cabeça apoiada sobre o travesseiro de plumas de ganso. Lubrifiquei-a na fenda. Acarinhei seu clitóris com minha língua. Olhei-a. Introduzi-a, umas das pontas do pênis, na vagina molhada. Brinquei de entrar e sair. Melissa gemia. Olhava-me. Estava linda! Fiquei na sua frente. Posição papai e mamãe. Introduzi-me a outra ponta. Unidas pelo pênis que deslizava entre nossas xanas molhadas. Abracei-a. Segurei em seu rosto angelical. Juras de amor e beijos de língua. Mexíamos nosso quadril e engolíamos todo o brinquedinho. Seios pressionando-se. Clitóris esfregando-se. Xana com xana. Gozamos algumas vezes. Sensação indescritível nos esfregarmos com um brinquedinho dentro da boceta. Acredito que, com palavras, não tenha conseguido expressar o que sentíamos naquele momento.
     Exaustas, suadas e descabeladas, retirei-nos o brinquedinho. Melecado estava. Chupei-o. Sabor? Picante... Levemente salgadinho! (adoro – risos) Deitei-me ao lado dela. Ofegantes. Bocas secas. Coração acelerado. Um forno entre as pernas. Não aguentávamos nos mexer e nem nos tocar. Descansamos. Logo, tomamos banho juntas e fizemos amor novamente. O final de semana inteiro. Eu amo amá-la!
      Por enquanto, decidi apenas namorá-la. Esta é a melhor fase de um relacionamento. Quero estendê-la ao máximo. Vida a dois nunca foi fácil. Quero ir devagar. Deixo a vida me levar!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Meu vizinho

     Me chamo Maria, sou uma morena, com 1,65m e com 58 kg; cabelos compridos, seios médios, com 36 anos. Um belo dia estava saindo para levar as crianças na escola quando deparo com um homem lindo na porta do elevador... loiro, 1,85m, bermudas mostrando as pernas grossas... uma maravilha, pena que estava com a filhinha. Cumprimentei-o com um sorriso e saímos, cada um para o seu canto, mas eu não me conformei, como aquele monumento estava perto de mim e eu nem desconfiava? Fiquei com aquilo o dia todo na minha cabeça, cada vez que pensava ficava excitada, prometi a mim mesma que iria dar em cima dele. De volta ao nosso prédio, fui falar com o zelador discretamente para saber quem ele era e para minha surpresa ele havia mudado no mesmo andar que eu, só pode ser sonho pensei... cheguei a casa e corri pro meu quarto, dormi pensando nele. Acordei mais ou menos umas 2 horas de manha e escute alguma mulher gemendo feito uma puta, e quem podia ser, o meu loirão fodendo a mulher dele, fiquei louca de raiva, deu vontade, deu vontade de sair correndo a abrir a porta do apartamento deles, jogar ela pela janela e cair de boca no pau dele...
     No dia seguinte, quando estava saindo encontro o casal com a filhinha, fiquei corada de vergonha, e eles nem ligaram, disfarcei olhando no espelho do elevador e logo saímos. Passou o tempo e eu toda noite ouvindo os dois fodendo que nem cães no cio, sempre uivando como loucos. Após alguns dias, encontro ele na piscina, nadando sozinho, não resiste e puxei papo, ficamos conversando um tempão. Eu louca para me jogar nos braços dele quando ele acabou sem querer deixando escapar que estava sozinha em casa, que  sua mulher tinha viajado para a casa da tia no litoral de férias, ele sairia uma semana depois. Nossa! Nesta hora mesmo mi arrepiei, não deu para desfaçar e ele percebeu, ficou me olhando sem piscar. Entrei na piscina para disfarçar, conversamos mais um pouco e num mergulho que dei percebi que ele estava excitado, fazia um volume imenso. Fiquei mais louca ainda, me deu uma loucura que fingi dar uma mergulhada e esbarrei nele, que me abraçou e quase me beijou, apertou-me, senti o volume na sunga, uma delícia... era tudo que eu sempre sonhava, quase que agarrei ele. Sai da piscina e me deitei na frente pra ele, só de sacanagem me mostrando inteira, era tudo ou nada, e ele me falou, bem sutil e educadamente: "você não quer ir ao meu apê hoje a noite tomar um vinho branco?" Disse que não seria muito conveniente, uma vez que ele é casado, mas ele insistiu que se sentia muito só, daí consisti. Marcamos para as 9 da noite e fui embora para meu apartamento para me arrumar.
     Quando era as 9 da noite, e entrei no apê dele tive uma surpresa, ele estava apenas de toalha, tinha acabado de sair do banho, disse que havia se atrasado e eu adorei, entrei e fiquei esperando na sala até ele se trocar, e para a minha surpresa ele voltou de roupão. Fiquei um pouco nervosa, mas deixei ele tomar a iniciativa, colocou um CD romântico para escutarmos, abriu o vinho e perguntou se eu gostava de massas, disse que sim, ele falou que iria fazer um jantar para nós. Foi para cozinha e me chamou para ajudar, pediu-me para mexer no macarrão no fogo, veio por traz e encostou em mim, pegou na minha mão e me ensinou a mexer, tudo a pretexto de encoxar-me. Fiquei louca de novo, tremi, suspirei, ficamos uns minutos nisto, esfregando... senti o pau dele, quase morri de tesão e na maior cara de pau perguntou se eu tinha aprendido, disse que sim, então saiu de perto e foi fazer o molho, ficamo neste joguinho mais de 30 minutos, quando a comida estava pronta, ele me chamou para jantarmos na sala, comemos e bebemos o vinho com o macarrão ao molho branco, fiquei meio alta, sou fraca pra bebida, comecei a me soltar, tirei os sapatos da mesa e levei para a cozinha os pratos, quando voltei ele estava sentado no sofá de pau duro e pernas abertas quando me chamou para assistir um filme, perguntou se eu gostava de putaria, imagina o que eu falei, disse que adorava desde pequena.
     Quando começou a rolar o filme, era ele fodendo a mulher dele, quase cai de costas, não achei que ele teria coragem de mostrar isto para alguém, mas adorei, fiquei de pernas bambas de ver como ela chupava ele e de como eles metiam, quando ele pegou ela de 4 não aguentei e cai de boca na rola dele... chupei e chupei... que tesão, sua pica era grande e grossa, enchia a minha boca e sobrava para punhetar, estava quente e dura que nem uma rocha, como mamei gostoso, fiquei mole e ele me pediu para esperar e foi até o quarto. Chamou-me, deitou-me na cama e começou a me despir, foi tirando e me chupando bem devagar, que língua, mamou meus peitos, foi descendo e quando chegou em baixo, ficou chupando por volta da minha buceta e por cima da calcinha, fez isto por um tempo, ele me virou de costas na cama, subiu por cima de mim, colocando o pau no meio da minha bunda e me fez uma massagem muito deliciosa, eu delirando, sentindo aquela mão gostosa e um pau pulsando na bunda, mas resisti firme. Ele baixou a minha calcinha e ficou chupando a minha bunda... que tesão, colocava a língua dentro do meu cuzinho, chupou muito.
     Paramos alguns minutos, depois sentou-se na cama e pediu para chupá-lo mais um pouco porque estava com muito tesão, mais que depressa, cumpri seu pedido, chupei e senti uma coisa estranha, o pau endureceu mais e depois de um tempo, saiu um jato enorme, forte e quente, foi na garganta, quase vomitei mais engoli tudo, e continuei chupando até limpar seu leitinho quente... ele relaxou, me abraçou e me beijou como nunca beijei alguém na minha vida, maravilhoso, deitei no peito dele e pegamos no sono, dormimos um pouco e quando acordei, vi ele na sala mexendo na televisão, quando vejo que o que estava passando era a nossa transa, fiquei mole... quase desmaiei de susto, ele me pediu para relaxar, assistimos o vídeo todo, fiquei com medo dele mostrar para a esposa dele, conversamos e ele me falou que ela tinha vontade de ver ele transando com alguém, pois tinha curiosidade disto, já havia comentado do seu jeito de vadia e que também queria fazer a três, na hora me assustei mas conversamos muito, topei no final, deixando o filme intacto para que sua esposa também curtisse.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Comum acordo

     Na época da escola, eu estudava com um garoto um ano mais velho chamado Paulo. Ele era o meu melhor amigo da turma e ia sempre a sua casa para estudar, fazer os deveres de casa, jogar vídeo game, etc... Uma vez quando estava na casa de Paulo, ele passou a mão na minha bunda e em troca dei um tapa na mão dele, mas não liguei muito, nem fiquei com raiva porque nessa idade é normal esse tipo de brincadeira. Mais naquele dia ele ficou pegando na minha bunda o tempo todo e eu não entendia o porque.
     Como a gente era amigo e eu estava na casa dele, eu não brigava com ele e a única coisa que eu fazia era tirar a mão dele e mandar ele parar. Mas ele não parava de jeito nenhum e ele continuava passando a mão na minha bunda sempre que conseguia. Como eu percebi que ele não iria parar, resolvi levar tudo na brincadeira, resolvi levar tudo na brincadeira, e sempre que ele tentava passar a mão na minha bunda eu tentava escapar e passar a mão na bunda dele. Sé que como ele era um ano mais belho, ele era mais alto e mais forte do que eu, e toda vez que eu tentava passar a mão na bunda dele, ele me segurava, não deixava eu passar a mão nele e ainda por cima conseguia passar a mão em mim mais vezes. Então naquele dia ele passou a mão tantas vezes que eu cansei de reclamar e comecei a deixar. Ainda naquele mesmo dia, depois que eu parei de reclamar ele passou muito a mão na minha bunda, apertava as nádegas, separava com as duas mãos e às vezes enfiava a mão para dentro do meu short. Depois desse dia, sempre que eu ia na casa dele ficava o dia inteiro bolinando minha bunda; Quando eu chegava na casa dele e ele me mandava entrar, eu ia na frente e ele ia atrás apertando o meu bumbum. No inicio eu entrava correndo pra fugir, mas depois parei de resistir e deixei. Como a mãe dele trabalhava fora e na casa dele só ficava a empregada, ele nem se preocupava.
     Num desses dias, eu fui entrando na casa dele e ele vinha atrás passando a mão em mim até chegar no quarto dele. Quando a gente chegou lá, ele foi me empurrando devagar e me encostou de frente pro armário dele, então ele veio chegando por trás e me encoxou, encostando o pau duro dele no meu bumbum. Como ele em casa só usava uma cueca samba canção, eu senti bem o volume do pau dele (que não era muito grande por causa da idade, mas era maior que o meu). Eu não gostava quando ele passava a mão em mim, eu só deixava pra não brigar com ele, mas agora ele estava abusando. Eu reclamei, mandei ele sair de trás de mim, tentei fugir, mas ele era mais forte e me segurava pela cintura. Ele dizia: "Vai Artur, deixa, só um pouco" e eu dizia "Não, para com isso!". Ainda esfregando o membro atrás de mim ele disse: "Se você deixar eu te serrar, eu faço o seu trabalho de casa de hoje". Eu não respondi nada, fiquei pensando, até que concordei: " Está bem!" Então ele ficou muito tempo se esfregando atrás de mim, empurrando o pênis dele na minha bunda, me segurando na cintura. Deixei ele fazer muito tempo e aí eu cobrei: "Agora faz o meu trabalho". Ele parou de me encouxar e fez o meu trabalho e o dele também. Quando ele acabou, nós fomos jogar vídeo game, mas o resto do dia, sempre que ele conseguia passar a mão na minha bunda como já fazia de costume e agora também me encoxava e se esfregava atrás de mim. Nem preciso dizer que depois desse dia isso virou costume, ele sempre me encoxava, mas não fazia mais meu trabalho de casa, só de vez em quando. Ele até me pediu pra ir na casa dele sempre sem cueca, pra ele poder sentir melhor a minha bunda.
     Sempre que eu chegava lá ele abaixava a parte de trás do meu short pra ber se eu estava de cueca, e ele pediu tanto que eu acabei passando a ir lá sempre sem cueca. Em outro dia, nós tínhamos que fazer um trabalho em dupla para entregar pra professora, uma pesquisa. Depois da aula fomos direto para a casa dele. Quando chegamos lá, Paulo me agarrou por trás e falou: "Se você me deixar eu te encoxar sem roupa, eu faço a pesquisa toda sozinho e coloco o nome de nós dois nela". Eu fiquei em dúvida, mas aquela pesquisa ia dar um trabalho, então depois de pensar um pouco eu concordei. Ele que na hora só estava de cueca, abaixou e eu vi o pênis dele pela primeira vez. Estava bem duro. Ele mandou eu tirar o meu uniforme, e eu tirei só a camisa. Como eu sabia que ia pra casa dele dele direto depois da escola, eu já tinha ido sem cueca, e estava usando só o short do uniforme. Ele mesmo me pegou pela cintura, me virou de costas pra ele e arriou meu short. Ele ficou um tempo parado, eu acho que ele estava admirando minha bundinha. Então ele pegou numa nádega com carinho, apertou um pouco, depois a outra e separou as duas.
     Apesar de eu não gostar, de achar que aquilo era 'viadagem', ele fazia tudo bem devagar e com cuidado, e eu não tinha do que reclamar. Ele separou bem minhas nádegas e foi encostando o pau duro no meio delas. Quando ele encostou bem no meu ânus, eu avisei que não era pra ele me comer. Ele concordou colocando a pica dele em pé no meio das minhas nádegas e fez um vai e vem sem meter no meu cú, como se estivesse fazendo uma "espanhola", só que em vez de peitos ele usou o meu bumbum. Ele ficou fazendo o vai e vem me segurando pela cintura, com o peito dele encostado nas minhas costas, e cada movimento que ele fazia eu ia pra frente e pra trás porque a gente estava de pé e eu estava me segurando com as duas mãos apoiadas no armário. Depois de um tempo ele começou a gemer um pouco e me avisou que ia gozar. Eu senti a porra dele molhando minhas costas e minha bunda. Eu não gostei de ficar sujo de porra, mas não reclamei. Depois desse dia esse fato se repetiu várias vezes. Virou rotina e ele cada vez mais carinhoso e excitado.